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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Fotografia amadora...

FOTO: Djhonatan Neves

“A fotografia, antes de tudo é um testemunho. Quando se aponta a câmara para algum objeto ou sujeito, constrói um significado, faz-se uma escolha, seleciona-se um tema e conta-se uma história, cabe a nós, espectadores, o imenso desafio de lê-Ias". Ivan Lima

A pequena caixa de madeira criada por Louis Mande Daguerre, em 1839, conseguiu realizar um sonho desejado há milênios: a reprodução do real e o poder de eternizar momentos pretéritos.

De todas as manifestações artísticas, a fotografia foi a primeira a surgir dentro do sistema industrial. Pode-se afirmar que a fotografia não poderia existir como a conhecemos, sem o advento da indústria. Por esse motivo, a fotografia era vista como um "produto industrial" segundo o pintor Inglês que também disse: "a fotografia é melhor que o desenho, mas não é preciso dizê-lo".

No século XIX, a fotografia causou o maior impacto na questão da representação, do significado e na história da iconografia, O confronto entre o sujeito e o mundo, intermediado, por uma forma de expressão estranha e revolucionária, propiciou um resultado imagético, que além de sua força estética, nos leva à reflexão.

A imagem, que a fotografia nos proporciona, pode ser interpretada de maneira simples, como um momento fixado na memória - antes de tudo memória - e aquele instante congelado no fotograma nos remete à curiosidade. Aquilo que está gravado no negativo, realmente aconteceu, às vezes não sabemos de que maneira, só podemos ter a certeza de que o momento existiu e isso cria o mistério na fotografia.
Toda imagem fotográfica, além do contexto em que foi criada, como a escolha e composição de elementos visíveis a todo e qualquer observador mais atento, vestuário, personagens e etc., possuem "feridas" e "dores" pessoais e intransferíveis, percebidas individualmente e de maneira quase única. São interpretações direcionadas pela vivência e sabedoria dos observadores, que pertencem a uma determinada época e tradição.

Qualquer outro espectador poderia, através da moldura histórica contida numa fotografia, descobrir vários elementos, porém apenas o próprio fotógrafo ou fotografado poderia construir tantas indagações, dúvidas e ferida á respeito da imagem.
A imagem fotográfica não é a, absolutamente, o "reflexo da realidade", ela é quando evocada corretamente, apenas mais um aspecto "daquilo que ocorreu", mais uma evidência que colabora no desvendamento do acontecido.

Por ser uma linguagem específica, a imagem toma-se mais flexível de compreensão do que o texto, por suportar, em sua estrutura, vários significados. A imagem, neste contexto, pode ser lida exatamente como uma narrativa linear textual.

Agradecimentos ao fotografo Diomarcelo Pessanha.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Flores: "...alguém que ama e não quer ficar só."

                  "Flores são flores
                     Vivas num jardim
                   Pessoas são boas
                  Já nascem assim
                  Flores são flores
                 Colhidas sem dó
                       Por alguém que ama
                        E não quer ficar só."

FOTO:Djhonatan Neves

FOTO:Djhonatan Neves

FOTO:Djhonatan Neves

FOTO:Djhonatan Neves

FOTO:Djhonatan Neves

FOTO:Djhonatan Neves

FOTO:Djhonatan Neves

FOTO:Djhonatan Neves

FOTO:Djhonatan Neves

FOTO:Djhonatan Neves

FOTO:Djhonatan Neves

FOTO:Djhonatan Neves

domingo, 4 de dezembro de 2011

Eu sou a minha Terapia...

...mesmo que você se agarre em algo simples pra ser feliz, mais seja!    FOTO: Djhonatan Neves
                                         

Tem dia que agente abre o olho e na cama mesmo fica se fazendo varias perguntas, vários por quês, achando que a vida não é boa para você, que não queria ter nascido...
É difícil! Bem difícil... Mais para aqueles que não enxergam, para aqueles que não têm os braços, quem não tem a sua mãe para estar sempre do seu lado...
A vida não é fácil para ninguém, mais pode ter certeza que existem pessoas em situações muito mais difíceis... Pais que chegam a casa e vê seu filho com fome e não pode fazer nada, a não ser acordar todos os dias cedo e fica rodando para achar emprego...
Vamos enxergar a vida de outro jeito!
Nós somos a nossa terapia! Acorde! Agradeça por cada dia de sua vida, por existir pessoas que te fazem bem, que são amigas.
Mesmo que seja de um modo diferente, mesmo que você se agarre em algo simples pra ser feliz, mais seja! Mesmo que existem momentos que te deixem tristes, não desanime! A vida é simplesmente assim! Não existe nada de anormal!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Roberto BURLE MARX

Oi pessoal, hoje vou escrever um pouquinho sobro o ícone do paisagismo mundial! Burle Marx.



Era o quarto filho de Cecília Burle (de origem pernambucana e francesa) e de Wilhelm Marx, judeu alemão, nascido em Stuttgart e criado em Trier (cidade natal de Karl Marx, primo de seu avô).
A mãe, exímia pianista e cantora, despertou nos filhos o amor pela música e pelas plantas. Roberto a acompanhava, desde muito pequeno, nos cuidados diários com as rosas, begônias, antúrios, gladíolos, tinhorões e muitas outras espécies que plantava no seu jardim. Com a ama Ana Piascek aprendeu a preparar os canteiros e a observar a germinação das sementes do jardim e da horta.
O pai era um homem culto, amante da música erudita e da literatura europeia, preocupado com a educação dos filhos, aos quais ensinou alemão, embora se dedicasse aos negócios, como comerciante de couros, num curtume que mantinha em São Paulo.
Quando os negócios começam a ir mal em São Paulo, seu pai resolveu mudar-se para o Rio de Janeiro em 1913. A família viveu um tempo em casa de familiares e, quando a nova empresa de exportação e importação de couros de Wilhelm Marx começou a ter resultados positivos, finalmente se mudaram para um casarão no Leme. Nesse casarão, Burle Marx, então com 8 anos, começou a sua própria coleção de plantas e a cultivar suas mudas.
Aos 19 anos, Burle Marx teve um problema nos olhos e a família se mudou para Alemanha em busca de tratamento. Permaneceram na Alemanha de 1928 a 1929, onde Burle Marx entrou em contato com as vanguardas artísticas. Lá conheceu um Jardim Botânico com uma estufa mantendo vegetação brasileira pela qual ficou fascinado.
As diversas exposições que visitou e, dentre as mais importantes, a de Picasso, Matisse, Paul Klee e Van Gogh, lhe causaram grande impressão, levando-o à decisão de estudar pintura.
Durante a estada na Alemanha, Burle Marx estudou pintura no ateliê de Degner Klemn. De volta ao Rio de Janeiro, em 1930, Lucio Costa, que era seu amigo e vizinho do Leme, o incentivou a ingressar na Escola Nacional de Belas Artes, atual Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Burle Marx conviveu na universidade com aqueles que se tornariam reconhecidos na arquitetura moderna brasileira: Oscar Niemeyer, Hélio Uchôa e Milton Roberto, entre outro
Sua participação na definição da Arquitetura Moderna Brasileira foi fundamental, tendo atuado nas equipes responsáveis por diversos projetos célebres. O terraço-jardim que projetou para o Edifício Gustavo Capanema é considerado um marco de ruptura no paisagismo brasileiro. Definido por vegetação nativa e formas sinuosas, o jardim (com espaços contemplativos e de estar) possuía uma configuração inédita no país e no mundo.
A partir daí, Burle Marx passou a trabalhar com uma linguagem bastante orgânica e evolutiva, identificando-a muito com vanguardas artísticas como a arte abstrata, o concretismo, o construtivismo, entre outras. As plantas baixas de seus projetos lembram em muitas vezes telas abstratas, nas quais os espaços criados privilegiam a formação de recantos e caminhos através dos elementos de vegetação nativa.



quinta-feira, 21 de outubro de 2010

mais uma das ARQUITETURAS CONTEMPORANEAS

Hoje estou aqui para mostrar uma prova que o mais é menos.

            Adaptar a estrutura da casa para um lote estreito em um condomínio em Londrina, o Brasil foi o maior desafio deste edifício projetado por Guilherme Torres. A fim de aproveitar as características naturais do terreno em relação aos seus vizinhos, a casa foi parcialmente baixado na área social, onde se recua 5 metros da rua. Este recuo desde os arredores com abundância de luz natural com o bónus de privacidade em ambas as áreas sociais e de lazer.
As estruturas da casa de esconder suas reais funções, tornando-o olhar sereno, bem como impressionante. Sua estrutura é alongada separadas por uma caixa de madeira. Dentro da caixa de madeira pode-se encontrar a escada e na entrada principal de um lado e da entrada área de serviço, do outro lado. Quando as portas ea estrutura têm sido lambris, tornam-se devidamente escondido na composição. A garagem tem uma leve inclinação, pavimentada com pedras, dando a estrutura uma aparência elegante.
         Pedra, madeira e alvenaria são visíveis em toda a casa. As estruturas foram projetadas e construídas   com concreto e estruturas metálicas, o que tornou a casa mais leve. A sala de estar foi selada com vidro e alumínio, mas integrando-o com a piscina. Os pilares de tijolos foram revestidos com corda de sisal, material que é encontrado em abundância no Brasil. O projeto atribui os espaços de forma linear, e todos os quartos têm janelas com vista para a área de lazer. O home theater em cima da garagem tem um jardim de Inverno, proporcionando o casal com privacidade.










quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Fabrica de carro elétrico em São João da Barra!

O empresário Eike Batista, controlador do Grupo EBX, disse nesta quarta-feira (15) que pretende fabricar carros elétricos no Brasil. Para tanto, cogita investir cerca de US$ 1 bilhão em um módulo na área do Porto do Açu, na cicade de São João da Barra-RJ, para construir até 100 mil automóveis por ano, sendo a metade movida a energia elétrica. A produção começaria em quatro anos, disse Eike durante o Rio Oil & Gas, conferência sobre petróleo e gás, no Rio de Janeiro.
"O carro elétrico é irreversível", afirmou, ao ser questionado sobre os altos custos e aos desafios tecnológicos dos automóveis movidos a energia elétrica. O empresário quer contar com o apoio de companhias japonesas ou europeias para o projeto, pela experiência na produção de tecnologia automotiva e de baterias.
Batista não descarta contar com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 'Por que não puxar o BNDES [para o projeto]? O BNDES financia a Mercedes e a Volkswagen, por que não [financiar] uma empresa nacional?', questionou.
Segundo o executivo, a construção da fábrica no Porto do Açu, situado em São João da Barra, no norte do RJ, permitiria uma economia de US$ 200 por automóvel graças às sinergias existentes para importação e exportação de peças e unidades, oferta de energia e fornecimento de aço, uma vez que duas siderúrgicas já se comprometeram a se instalar na área.


"Em dez anos, a produção nacional de veículos deverá saltar para 8 milhões de unidades por ano. Tem espaço para gente nova", afirmou Batista, que ainda não escolheu o nome da nova companhia.

NEW TEMPLO DO REI SALOMÃO

São Paulo vai ganhar, em quatro anos, uma réplica do lendário Templo do Rei Salomão. A obra idealizada pela Igreja Universal do Reino de Deus já começou e a área escolhida fica no tradicional bairro do Brás, região onde também está um dos templos mais conhecidos da Igreja na capital paulista.
Símbolo máximo da fé judaica, o templo foi construído e destruído duas vezes em Jerusalém, há mais de 2.000 anos. Agora, vai ser construído a milhares de quilômetros da Terra Santa.
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80 mil metros quadrados de área construída, com a altura de um prédio de 18 andares. O altar e a fachada serão feitos com pedras importadas de Israel. Duas vezes a altura do Cristo Redentor. Capacidade para 13 mil pessoas sentadas. Investimento de R$ 300 milhões. Muitos acharam que o projeto não sairia do papel, mas saiu. Foi liberada a construção do maior templo da Igreja Universal do Reino de Deus no mundo. O prédio terá como molde o Templo construído pelo rei Salomão no Antigo Testamento, e será erguido no bairro do Brás em São Paulo.
O projeto teve repercussão internacional. O jornal americano The New York Times noticiou: "reconstruindo o Templo de Salomão em São Paulo". O inglês The Guardian fez referência ao tamanho da construção e afirmou que o templo pode até fazer sombra ao Cristo Redentor.